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Matanza - Os coroas cariocas despejam um som feio, sujo e mau - como assim definem. Com peso e humor, relatam em suas letras confusões de bar, broncas com as "patroas" e "maldade pura". Isso tudo sem perder o tom irônico. Recentemente lançaram uma compilação com 13 faixas de músicas de Johnny Cash, é aguardar pra ouvir.
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Quarta-feira, Junho 29, 2005
08:43
No mais, continuamos animais irracionais
Eu olho pro Japão e vejo um arquipélago enorme, cheio de problemas naturais e mesmo assim com um povo que sabe usar os parcos recursos que lhes restam. Estou falando dos recursos naturais. Por exemplo, eles são os maiores exportadores mundiais de peixe, isso mesmo, peixe (ou pescados, como preferirem). Eles têm uma variedade de produtos derivados do mar. Ora, eles usam aquilo que lhes favorecem como sobrevivência.
Aqui no Brasil as coisas já são diferentes. Aqui, a exploração dos recursos naturais não são feitos racionalmente - são feitos de maneira predatória... e pior, de maneira egoísta.
É foda isso, mas é verdade.
Essa maneira de agir com o proprio território, tem uma explicação histórica: herança dos colonizadores, que vieram pra cá para explorar e tirar proveito próprio, ao contrário do japoneses, que exploram suas riquezas para o bem comum da pátria.
ô peste!
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Terça-feira, Junho 28, 2005
10:35
Living on apartment
assim que eu comprar meu fogão...
amanhã
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Segunda-feira, Junho 27, 2005
15:42
DIFERENÇA ENTRE "FOCO NO PROBLEMA" e "FOCO NA SOLUÇÃO":
Quando a Nasa iniciou o lançamento de astronautas, descobriram que as canetas não funcionariam com gravidade zero. Para resolver este enorme problema, contrataram a Andersen Consulting, hoje Accenture. Empregaram uma década e 12 milhões de dólares. Conseguiram desenvolver uma caneta que escrevesse com gravidade zero, de ponta cabeça, debaixo d'água, em praticamente qualquer superfície incluindo cristal e em variações de temperatura desde abaixo de zero até mais de 300 graus Celsius.
Os russos usaram um lápis.
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Sábado, Junho 25, 2005
01:47
- mas eu já disse pra você parar com isso, não foi?!
- foi! eu sei... eu sei...
- então por que não pára, porra?!
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00:26
Eu queria poder construir um mundo melhor, porém não sei por onde começar, e ainda por cima me faltam referências.
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Quarta-feira, Junho 22, 2005
09:19
Música
Eu não vejo a imagem do The Coral como a que eles são. Não gosto de ver aqueles garotos normaizinhos ingleses (eis a razão da figura ao lado).
Na minha cabeça, o The Coral é formado por um bando de cabeludos com bigodes, vestindo roupas psicodélicas, quase hippies.
Tipo o povo do Pink Floyd no começo da carreira, ou similares a Frank Zappa... não sei ao certo, o fato é que não vejo os clipes da banda, pra não perder a imagem que criei em minha cabeça oca.
Ok, e o que isso tem a ver com qualquer coisa?
nada.
Apenas queria deixar registrado.
ps: hoje estou com o nível de paciência no mínimo possível. Tem dias que amanhecemos com o pé esquerdo e esse é o meu. Porém tenho que melhorar um pouco meu humor, afinal de contas, mais terde tem a festinha de São João da escola em que minha filhota estuda, por tanto, acho que ela não ia gostar de ver um pai com a cara fechada por nada.
______________________________________________________________
como o fim do mundo tá perto mesmo, então... já tô me preparando.
Naquela manha
Eu acordei tarde, de bode
com tudo que sei, acendi uma vela
abri a janela, e pasmei
Alguns edificios explodiam
pessoas corriam
eu disse bom dia e ignoreeei
Telefonei
Prum toque tenha a qualquer
E nao tinha
Ninguem respondeu
Eu disse: Deus, Nostradamus, força do bem e da maldade, vudú, calamidade, juizo final
Entao és tu?!
De repente na minha frente
A esquadilha de aluminio caiu
junto com vidro fumê
O que fazer? Tudo ruiu
Começou tudo a carcomer
Gritei, ninguem ouviu, e olha que eu ainda fiz psiu!
O dia ficou noite
O sol foi pro alem
Eu preciso de alguem
vou até a cozinha
encontro Carlota, a cozinheira, morta
Diante do meu pé, "Zé..."
eu falei, eu gritei, eu imploreei
Levaaaanta! Me serve um café
Que o mundo acabou.
Eduardo Dusek
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Terça-feira, Junho 21, 2005
09:41
Futebol
O Brasil vai conseguir a vaga sobre o Japão, na Copa das Confederações?
a minha resposta é SIM.
não pq eu sou um torcedor fervoroso, mas simplesmente pq eu sou brasileiro e tenho, por obrigação, que torcer por tudo o que é relacionado a nós mesmos.
Eu sei que há muito tempo o nosso futebol deixou de ser uma paixão para se tornar um négócio.
Eu sei que nossos jogadores pouco se importam com o "peso" da camisa, pois o mais importante é o marketing que ela traz...
Eu tb sei que são poucos os casos daqueles que jogam por prazer, por fazer algo pela Seleção Brasileira de Futebol... e que isso já começa pelo próprio presidente da federação...
Eu sei... eu sei... eu sei...
Não acompanho futebol como antes, deixei realmente de ter essa "paixão"...
mas eu tb sei que, mesmo com tudo isso contra nós, eu devo, como brasileiro que me sinto, torcer pela seleção amarelinha. Pq mesmo que aqueles que jogam, não se sintam patriotas quando entram em campo, eu me sinto patriota quando torço, mesmo sem assistir a partida, eu torço.
Eu sei que parece bobagem ou burrice de minha parte, que dá raiva, vontade de xingar todo mundo, entrar em campo bater neles... sei que tb dá vontade de desligar a TV por puro desânimo... mas temos que nos prender a algo, e no esporte chamado futebol, eu torço por nossa seleção - seja ela como for... sabendo que tá ruim... percebendo os mercenários... a falta de paixão pelo que se faz...
Então, como dizia antes: eu acredito que a seleção vai se classificar em cima do Japão.
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Segunda-feira, Junho 20, 2005
16:16
- chefe, chefe!
- que é porra?!
- olha lá! é o filme do báteman!!!
 - putamerda! como pode uma porra dessas?! maldito filho dumas puta! vão ficar ricos fazendo sécso no cinema!
 - relaxa feioso, a gente vai fuder com eles... claro, depois que o báteman comer o cú do robin...
 - quén, quén! esse merda só quer aparecer, num é? pois vai se fudê na nossa mão! quén!
 - é isso mermo... vamo lascá ele todinho, depois dele fudê o robin! hahahahahah
 (robin)- bátiman, olha lá no cartaz! os mano tão lançando o filme hoje!
(bat) - eu sei robin, eu sei ler porra
(robin) - seu bicha, puto... num ajudo mais ocê!
(bat) - robin... eu não acredito.... você me chamou de puto?! você ainda é uma criança!
(robin) - eu sei seu caduco, você já me disse isso antes, seu véio de merda
(bat) - robin, é melhor parar por aqui, senão te como a bunda novamente aqui mesmo... e sem camisinha! além do mais isso é o que os malas querem!
(robin) - ahn... então é isso!? eles querem um pornô gay?!
(bat) - acho que sim robin... vamos, vamos nos esconder, eles já devem estar chegando!
(continua...)
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11:45
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Domingo, Junho 19, 2005
20:18
Uma visão crítica amadora
Batman Begins, conta uma história mais verossímil do famoso cavaleiro das trevas. O próprio título já anuncia um rompimento com o filme de 1989 de Tim Burton, já que se trata de um novo começo, da explicação da origem do herói mascarado. E tem tudo para ser, quem sabe, um novo padrão a ser seguido nas adaptações dos quadrinhos para o cinema.
Christopher Nolan opta por destrinchar as motivações psicológicas do herói em vez de destacar superpoderes e habilidades, como forma de dar sustentação e credibilidade à ação propriamente dita. Esqueçam o velho Batman, já fantasiado, tendo rápidos flashbacks do jovem Bruce Wayne ao lado dos pais assassinados e fazendo justiça em Gotham City. O período de transformação do garoto Bruce no herói, precariamente explorado antes, ganha outra dimensão agora.
ATENÇÃO, SE VOCÊ NÃO VIU E NÃO QUISER SABER DE DETALHES DO FILME, NÃO SELECIONE O TEXTO EM BRANCO ABAIXO
O filme começa no que aparenta ser uma prisão chinesa isolada, onde um Bruce Wayne já adulto (Christian Bale) aproveita a hostilidade dos outros prisioneiros para destilar sua raiva e treinar para sua vingança pessoal. Lá, é encontrado por Henri Ducard (Liam Neeson), poderoso membro da Liga das Sombras de Ra´s Al Ghul (ken Watanabe) que lhe oferece treinamento e uma forma de canalizar seu ódio.
Nabusca por mais realismo, os vilões ganham um ar menos caricatural. O Espantalho (Cillian Murphy), por exemplo, parece muito mais real e assustador do que qualquer outro da série iniciada em 1989.
No meio de tantas explicações, a ação, claro, se perde no filme de Nolan. Ao fincar um pé na realidade e preencher lacunas existentes até mesmo nas HQs, o diretor sacrifica o componente "entretenimento" da produção, para construir uma base sólida para as sequências que devem vir por aí - e que, a julgar por este "começo", parecem muito promissoras.
Bem, pelo menos agora, podemos dizer que Batman finalmente chegou aos cinemas, sem mais nem menos, como sempre foi nos quadrinhos.
me atrveo inclusive a dizer que, assim como Tobey Maguire está para Peter Parker - Christian Bale está para Batman.
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Sábado, Junho 18, 2005
22:21
perfeito
(feito com perfeição)
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Sexta-feira, Junho 17, 2005
11:39
Bem, como já repararam, eu realmente não consegui fazer as coisas direitinho, em relação ao apertamento. Claro... marinheiro de primeira viagem é assim mesmo, tem que aprender errando.
Isso é o que me conforta, saber que é errando que se aprende. Porra! Quem nunca se deu mal em sua primeira vez em qualquer coisa?!
Então pronto!
Até no sexo as coisas são assim, por exemplo, uma virgem quando tem a sua primeira vez, é traumático. Dói, sangra, incomoda, constrange e etc... mas depois, com o tempo, a guria já tá dando mais que chuchu na serra! Isso pq? Ora, simplesmente pq ela teve prática - aprendeu com a primeira vez.
E assim será nas próximas vezes: mais certezas e conhecer o atalhos que um aluguel pode trazer! hahahahaha
Pronto, desabafei e assumi a culpa.
Amanhã é o capítulo da compra do fogão!
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Quinta-feira, Junho 16, 2005
09:34
CURIOSIDADES + DIÁRIO DO APERTAMENTO
E pra começar o dia de hoje, que tal algumas curiosidades?
Ok, nada úteis, porém ótimas para passar o tempo.
e hoje, vamos para crimes/mortes envolvendo famosos brasileiros.
Caso Família Proença
O pai da atriz Maitê Proença, Carlos Eduardo da Rocha Monteiro Gallo desconfiou que sua esposa, Margot Proença Gallo, o estava traindo. Decidiu tirar satisfações e, durante a discussão, a esfaqueou 11 vezes. Depoimentos dados pela filha e pela empregada durante o julgamento acabaram garantindo-lhe a absolvição. Dezenove anos depois, porém, ele se suicidou.
Caso Dorinha Duval
Em outubro de 1980, a cantora Dorinha Duval matou o marido, Paulo Sérgio Alcântara. Ela teria ficado ofendida ao ouví-lo dizer que não sentia desejo por "uma velha". Acabou condenada a 6 anos de prisão em regime semi-aberto.
Caso Lindomar Castilho
Lindomar e Eliana de Grammont estavam separados oficialmente há 20 dias quando ele a matou. O motivo foi a descoberta do caso amoroso que a ex-esposa matinha com o primo do cantor, Carlos Roberto da Silva. Condenado a 12 anos de cadeia, cumpriu parte da pena em liberdade.
Caso Daniella Perez
A filha de Glória Perez foi esfaqueada com uma tesoura no Rio de Janeiro por Guilherme de Pádua e sua mulher, Paula Thomaz. O ator fazia par romântico com ela na novela De Corpo e Alma. Julgado em 1997, pegou 19 anos de prisão. Paula recebeu condenação semelhante, mas conseguiu reduzi-la para 15 anos. Ambos obtiveram o direito de cumprir parte da pena em liberdade.
_______________________________________________________________________________
DIÁRIO DO APERTAMENTO
E então, ontem foi o dia da entrega das chaves lá do apertamento... infelizmente não foi tão tranquilo assim, algumas pendências pra fazer por lá, ficaram. Em suma: temos que sanar problemas com o vaso sanitário (trincado) + descarga que não funciona + válvula do chuveiro que n funciona + e principalmente a fechadura da porta de entrada que tá péssima.
Ok, temos que recuperar tudo isso antes de mudar, afinal de contas, precisamos cagar e tomar banho... mas antes de tudo, é preciso ENTRAR no apartamento primeiro, né?
Entreguei a Chuck na missão de resolver as broncas... é, já andei pra lá e pra cá demais, ele que mexa o traseiro magro um pouco! hahahahahahaha
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Quarta-feira, Junho 15, 2005
16:09
Matanza e o dia dos namorados - o retorno
como diz o dito popular: "os brutos também, amam" - pois é, assim pensando aí vai a letra de uma música do matanza (ultimamente é que vem salvando o rock nacional, em minha opinião).
Mais informações sobre a banda, vejam na seção "Música" aqui do lado.
MESA DE SALOON
(Donida)
Primeiro dia fora da cadeia estadual
Ela que eu encontro bem na porta a me esperar
Num conversível com motor ligado
Que acabara de roubar
De volta na estrada, hoje é comemoração
Um maço de cigarros e uma garrafa de gin
Saindo da cidade estacionou e disse:
"Espera aqui por mim".
Movimentação estranha e tiroteio
Um saco de dinheiro voa no banco de trás
Agora são mais duas horas sem pisar no freio
Tanque cheio, pé embaixo, não me pega mais
Esse destino que de novo me enganou
Meu primeiro dia livre começou
Comigo em fuga outra vez
Foi numa mesa de bar que a conheci
Bem no meio do saloon me apaixonei
E logo na manhã seguinte eu descobri
Com ela eu não consigo mais viver dentro da lei
Tanto tempo tinha que eu não via um pôr-do-sol
Melhor seria sem tanta sirene atrás de mim
Há muito tempo que eu não via a confusão
Ficando feia assim
E toda hora entra mais um na perseguição
Há quase quatro dias dirigindo sem dormir
E mesmo com a estrada bloqueada
Ela não pára de sorrir
Passando pelo posto de gasolina
Em meio a um vazamento na tubulação de gás
Eu vou sentir saudades desses olhos de menina
A ponta de cigarro acesa voa lá pra trás
O meu relógio no minuto em que parou
Foi achado tão longe de onde estou
Com ela em paz sem mais ninguém
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Terça-feira, Junho 14, 2005
18:59
um poeminha besta...
Ira minha, meu ódio eterno
eu poderia lhe xingar
mas não vou fazer isso
pois as coisas que já me fizeste
vão mais além do que qualquer compromisso assumido.
poderia dizer que você não presta
e deleitar-me em sua ira
fazer você chorar talvez
soluçando ao poucos
igual foi na minha vez.
queria poder te destruir
matar seus amores
e acabar com a sua paz,
mas não de maneira ríspida
porém eficaz.
talvez hoje você não entenda estas palavras
pois ainda me rejeita,
me descarta,
mas não tem problema,
pois o seu dia chegará
tembém de maneira ingrata.
e lembrando o quanto você me fez sofrer
hoje o que mais desejo é a sua desgraça,
torcendo para que alguém um dia lhe faça
passar pelo mesmo que passei
repriminto todo e qualquer sentimento
e lhe deixar cair em esquecimento.
(autor desconhecido)
Comentários
Segunda-feira, Junho 13, 2005
16:52
oh please please... Mr. Postman...
- papai, o que é isso aqui em cima da mesa?
- é uma carta, minha filha.
- carta?
- é. recebi de um amigo...
- mas como assim "carta"? o sr. tá procurando referências de emprego, é isso?
- hahahahahahahaha... nada disso... até porque na minha idade é difícil...
- então...? tem até o selo dos correios! que estranho.
- filha, antigamente as pessoas se comunicavam por cartas manuscritas, e enviavam pelos correios. é porque você não conheceu esse tempo. hoje em dia é tudo mais simples, manda um e-mail, fala por um comunicador, um chat ou mesmo uma video conferência. mas há um bom tempo atrás, era assim que nos comunicávamos: através de cartas.
- hum... interressante papai... mas nem um pouco prático não? imagina: eu moro há uns 200 km daqui, se toda vez que quisesse lhe falar algo tivesse que escrever, ir até um correio, esperar chegar aqui e o sr. ver, já nem teria mais graça!
- mas era o que tínhamos. por sinal, era algo romãntico enviar uma carta de amor
- hum... isso explica algumas coisas daqueles filmes antigos
- pois é... lembra de Mr. Postman a música?
- sim, sei... o sr. sempre ouve. não vai me dizer que é sobre um carteiro e alguém louco por notícias?!
- é
- nossa! que absurdo! se eu quisesse dozer "eu te amo", teria que esperar um tempão pra minha mensagem chegar a té ele?! vixemariadocéu!
- pois era assim que funcionava... talvez por isso as coisas demorassem mais tempo. os relacionamentos perdurassem mais, porque tinha magia... a ansiedade da espera, o encanto de ler algo que alguém lhe escrevera...
- que burrice. melhor hoje em dia, que é on line, assim você já sabe o que o outro sente ali, na hora!
- eu acho isso falta de romantismo...
- não acho. por sinal, o sr. escreveu muitas cartas pra mamãe?
- algumas... mas quese todas entreguei em mãos mesmo.
- estranho... muito estranho... e qual foi a carta mais importante que o sr. deu a ela? o que tinha
- nada
- como assim "nada"?
- foi uma carta em branco.
...
- deixa pra lá papai... já vi que não vou me convencer que era uma coisa boa
- não se convença. mas era.
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15:11
Domingo, Junho 12, 2005
20:38
Olá pessoal, esse sou eu. Finalmente após muito tempo, acabei por ter uma imagem Virtual também, claro.
mas porque será que estou aqui, diante de vocês agora? Bem, coisas precisam ser ditas a meu respeito, e aproveito aqui o espaço gentilmente cedido pelo Blogger.com.br para fazê-lo.
Ok, vamos começar sem referências: em primeiro lugar tenho essa cara aí mesmo, assim... não tão fiel, mas tenho. Infelizmente a tranposição virtual não ficou tão boa quanto o original, mas fazer o quê né? Nem tudo é perfeito, até mesmo a perfeição tem seus defeitos, pois sem falhas não há correções, então... viva as falhas! hahahahahahaha
ok, voltando - partindo pra dizer o que todos fazem, eu não gosto de pagode, axé ou forró... sertanejo nem pensar. Eu sou um homem rock'n roll, adoro pensar ouvindo blues. Música no geral, mas eu disse "música" e não essas porcarias "enlatadas" que fazem por aí. Pois é, ter um gosto mais apurado tem seu preço, e talvez por isso é muitos não compreendam certas atitudes minhas.
Porém não sou de um todo radical - dia desses fui prum forrozão, dancei (ou fingi pelo menos), isso pra poder participar um pouco do mundo das pessoas. Ou de uma pessoa em específico.
Mudando um pouco a direção, eis que pouso no campo das letras. Não, eu não sou letrado, intelectual ou coisa assim, sou um amador, mas nem por isso deixo de juntar palavrinhas ao vento. Filosoficamente falando, sou disperso nas vontades que giram em torno de minha existência, faço sempre o que me parece bom. Não disperdiço as coisas difíceis ou ruins, e nem sempre as evito... masoquista? talvez, talvez por gostar ou por conta do signo (culpar o signo é sempre a saída mais inteligente, tira a sua culpa). Então, por estes termos, vivo a copiar melhorando o que a vida joga pra mim.
Eu também corro atrás de sonhos... quem não corre? mas no meu caso, como um bom sonhador, se torna até um pouco perigoso, porque posso me perder entre eles e aí... as coisas melam. Mas se melou, limpa né? Pronto.
Ahn... tenho amigos, na verdade acho que tenho menos amigos do que eles me têm. Fato.
Filmes... não sou um crítico, sou um "opnista", meto o bedelho e digo o que penso sobre tal. Nem sempre é a verdade, mas procuro ser imparcial.
No geral, penso que "consequencia qualquer coisa traz, quando é bom nunca é demias. E se faz bem ou mal tanto faz" - como já diriam os coroas do Matanza. Assim é que vivo, um dia de cada vez. As vezes acertando, outras errando... nunca, nunquinha que quero chegar ao final da sapiência sobre mim, porque não teria mais graça viver.
Eu tenho uma filha, confesso, não sou um bom pai. Só sei que o pouco que faço, faço por ela... até porque só tô aqui escrevendo, respirando, sonhando... por causa dela. è isso mesmo, por vezes tentei dar cabo de minha vida - coisa de pirralho deslocado quando não aceita os fatos de cabeça em pé - mas hoje não tem mais isso... Amo minha filha... ela é aúnica pessoa que manda em mim mesmo! hehehehehe
Cigarro (pula essa)
Amor (não, não vou dissertar nada sobre isso aqui, não é o momento)
eu tenho um emprego, não é um trabalho, é um emprego. É o que me sustenta, me dá as possibilidades de ser um ser capitalista contribuinte. Trabalho feito a porra e pouco tenho... mas me divirto.
Agora encasquetei que vou morar num "apertamento", e vou levar de tira-colo Chuck. Pois é... novo desafio. Acho que de vez enquando vou relatar um pouco das aventurar de morar só aqui pra quem quiser ler.
Bem, tem muito mais coisas, mas como escrevi só pra encher linguiça mesmo... fica pra próxima.
Ah sim, pra quem não pegou o começo da conversa, esse sou eu.
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00:15
FELIZ DIA DOS NAMORADOS, CHARLIE BROWN !!!
by Márcio Padrão
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00:12
top 5 músicas pra fazer sexo
angel(massive attack)
sexy boy (air)
the night (morphine)
come to me (björk)
mouth (bush)
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Sexta-feira, Junho 10, 2005
09:53
Ontem me inscrevi no concurso de contos da prefitura do Recife.
coloquei três deles lá, já tô no aguardo do resultado - que deverá ser anunciado em meados de agosto. O prêmio será uma compilação dos dez melhores contos, num livro que deverá ser lançado no teatro de Sta Isabel ou na Torre Malakof ou na Liv. Cultura.
um deles foi O Atravessador, que postei aqui há alguns meses. Acrescentei algumas coisas, formatei e mandei.
Os outros foram O Entulho e Caráter Dourado - que na minha opinião foram só pra encher linguiça, nem são tão bons assim. Apostei minhas fichas no atravessador mesmo.
Para quem não conhece os outros dois, eis aqui um deles:
Caráter dourado
Competência, trabalho e honestidade. Esse tem sido o lema de muitos anos na vida de Flavia. Uma jovem de 26 anos, ruiva, cabelos crespos, sardas na pele. Como sempre costumava fazer, foi a um shopping da cidade para pegar uma sessão no cinema. Chamou uma amiga, mas como esta não pôde ir, resolveu ir sozinha mesmo.
Aquele dia era especial, era o seu último dia no trabalho - uma empresa de representação comercial. Durante os últimos quatro anos dedicara-se àquela empresa, mas com a crise em que o país atravessava, não foi fácil permanecer lá. Seu chefe foi pessoalmente até sua sala - naquela tarde - para comunicar a redução no quadro de funcionários, e que por isso a estaria dispensando.
Doeu ouvir aquilo, pois muito das conquistas de lá, vieram de suas idéias e suor. Flavia porém, tinha apenas uma certeza, a de que sempre haveria um bom lugar para ela trabalhar, já que seu currículo era bem recheado. Mesmo com a oscilação do mercado de trabalho, ela podia entender que aquilo seria passageiro em sua vida. Então pra relaxar um pouco, resolveu ir ao shopping fazer compras e assistir um bom filme.
E foi o que fez.
Solteira por opção, não se sentia sozinha, pois podia ser dona da própria vida sem ter que dar satisfações ou visitar lugares ou pessoas que não gostasse - coisas típicas de um relacionamento. Coisas que definitivamente não são pra mim - pensava. Tinha uma vida simples porém bem agitada. Gostava de baladas, filmes, teatros, barzinhos, etc... Seus pais moravam num estado vizinho, enquanto que ela morava só num apartamento na zona sul da cidade.
Após o filme, Flavia resolveu fazer uma pequenas compras. Comprar e comprar até que seu ego se esgotasse. Gastou as quatro últimas folhinhas de cheque que tinha, então resolveu passar no banco que havia dentro do shopping, para tirar um novo talão. Sem ninguém dentro, enquanto imprimia as folhas, não percebeu que três homens saíam apressadamente de dentro da agência, já fechada, com o segurança forçando a porta. Estes homens haviam ficado na agência por dentro até seu fechamento, deixaram todos os funcionários amarrados lá dentro, enquanto roubavam o que podiam, tinham agora que sair, e o único lugar para isso seria a porta da frente, pela área onde haviam os caixas expressos.
Ao perceberem aquela movimentação, as pessoas começaram a correr, enquanto que Flavia ficara espremida entre a parede e os assaltantes. Logo que a perceberam, tomaram-na como refém.
Em pânico e paralisada pelo medo, ela suplicou bem baixinho, quase num sussurro por favor, me deixem ir... - mas de nada adiantou. Eles fizeram um círculo deixando-a no meio, sem saída e totalmente acuada.
Quando os seguranças do shopping chegaram, abriram fogo para todos os lados. O pânico foi geral, as pessoas corriam de um lado para o outro gritando. Enquanto um deles segurava e arrastava a coitada da Flavia, os outros se encarregavam de gritar e ameaçar a todos que por lá estivessem, nós só queremos sair daqui! Ou obedecem ou estouramos os miolos dela!
O banco ficava próximo de uma das portas de entrada do shopping, por isso foi mais fácil chegar até o lado de fora. Os bandidos carregavam um saco bem grande onde dentro continham alguns outros sacos menores com dinheiro.
Ao saírem em direção ao estacionamento, um carro aproximou-se deles para resgata-los - um quarto comparsa. Foi nesse momento que a polícia chegou, e sem saber direito de como estava a situação, já foi logo abrindo fogo contra os bandidos. Por ter uma estatura pequena, Flavia nem foi percebida e durante o tiroteio foi arremessada pro jardim, junto com o saco e outros objetos que tinham nas mãos. O que se viu foi uma cena de cinema, bandidos correndo e atirando em policiais, que revidavam e cercavam. Um deles entrou no carro pra dar partida junto com o que estava dentro, enquanto que um outro se jogou para o lado onde os pertences haviam sido jogados, a fim de recuperar o saco que havia se aberto todo e espalhado jóias, blocos de dinheiro em notas de cem e cinqüenta reais, pequenas barras de ouro e coisas do tipo. Porém os policiais foram ágeis e conseguiram impedir que ele penetrasse muito no jardim e escapasse.
Após dez minutos de correria, os policiais conseguiram matar um dos bandidos, ferir outro e prender os outros três. Os estragos estavam visíveis: vidros de carros estilhaçados por causa das balas, bem como carrocerias e outros lugares. Com tudo controlado o clima amenizou e algumas ambulâncias chegaram ao local para atender algum ferido. Aos poucos a calma foi voltando.
Fora dali, Flavia, que havia corrido do bandido - como o diabo da cruz, depois do tombo, encontrou uma entrada de serviço onde ficou escondida por algum tempo. Somente após ouvir nos alto-falantes do sistema de som que a situação estava controlada, foi que tomou coragem para sair. Viu-se então, de cócoras no canto de uma parede, com sua bolsa ainda pendurada no ombro e dois pequenos pacotes em suas mãos. Pacotes do banco. Pacotes que deveriam conter dinheiro, e sendo assim, dinheiro marcado em série. Abriu um deles bem devagar só por curiosidade, e foi com surpresa que viu que haviam pequenas barras de ouro maciço. Semtiu o peso em suas mãos - caramba... como são lindas e pesadas também... Deveria ter pelo menos uns cinco quilos em cada pacote.
Voltou calmamente para o banco, depois de ter passado pelo toalete, retocado a maquiagem e "consertado" a cara. Falou com os policiais para esclarecer que estava bem. Pegou uma de suas sacolas que haviam sido arremessadas no jardim e discretamente, colocou dois pequenos pacotes que estavam agora dentro de sua bolsa.
Saiu calmamente em direção ao seu carro. Passando em frente à sua ex-firma, meneou a cabeça vendo seu colegas saírem de lá.
Que dia! Fui demitida e injustiçada. Mas como toda mulher fui ao shopping fazer compras... gastar algum dinheiro e sair de lá com dez quilos de ouro. - falou para si.
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Quinta-feira, Junho 09, 2005
11:36
e então, já que o assunto do post abaixo tornou-se alvo das mais ébrias peripércias, atesto o de hoje com total verossimilhança ao ícone pop da embriaguez ambulante - segundo consta, ele nuncá fez um show sóbrio.
Jim Morrison
calma Sabrina... contenha-se na cadeira!
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Quarta-feira, Junho 08, 2005
23:57
na sala o lado o atirador acabou de executar todos de sua família.
crueldade a flor da pele.
à queima-roupa, quase não ouvi os tiros. estavam abafados.
logo na sala ou lado
ao lado da minha sala, no prédio que dorme a essa hora.
um brinde ao acaso.
ele deve ter tido seus motivos.
embora eu desaprove, agora é fato.
Comentários
23:54
vontade de beber
b
e
b
e
r
.
.
.
martini fiero
vontade de estar girando lentamente ouvindo
"Here comes Mary" do Raveonettes
e
be
ben
do
martini fiero.
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Terça-feira, Junho 07, 2005
16:31
díspares
eu queria ser uma pessoa bacana, legal, mas acho que não sou. aliás, ninguém é.
isso se verifica de acordo com o nível de "pisação de calo" que vc aplica a ela.
tenho notado ultimamente, que as pessoas estão tratando de tudo, de uma forma mais intimista, mais introspoectiva. tipo assim, se vêm com mais frequencia se perguntado as razões da vida, da alma, do ser. se perguntam quais seus objetivos de vida, o que podem fazer para progredir e etc... até um amigo (que tem um blog aqui na lista ao lado) tá passando por isso. logo ele, o mais teenage symbol que conheço! se perguntando e se questionando sobre as coisas que faz e que gostaria de fazer.
ontem, uma doce e suave voz ao telefone, me dizia que queria estar fazendo coisas boas hj em dia... coisas como aquelas que fazia em outras épocas. nostalgia. eu sou nostálgico pra caralho, mas entendo que, as coisas boas que passaram só posso tê-las aqui dentro de minha cabecinha oca. e que hj em dia, tenho que tornar as coisas melhores possíveis, pq lá na frente, quando o futuro virar presente, quero ter feito um passado convincente.
e eu não viro a cara para desafios não, tanto que agora tô prestes a me mudar e iniciar novamente uma etapa de minha vida que foi interrompida antes. psicologicamente preciso disso, como tb as outras pessoas precisam de um "guia" dentro de si. então, aí vaão os recados:
pra vc que quer mudanças, que quer deixar a adolescência pra trás um pouco, coragem e um objetivo fixo são mais que suficientes pra vencer a inércia.
pra vc que tá triste, com saudades de tempos felizes que outrora te fizeram sorrir, olhe em volta, lembre do que passou, junte tudo e verá que o que ficou pra trás foi vc mesma quem cosntruiu... então, só cabe a vc começar novamente.
e pra vc que não entende muito o pq das coisas acontecerma aleatoriamente, relaxa... o mundo é feito disso, por isso temos que dar um passo de cada vez, ok?
agora pra vc que, vê um futuro à frente, que quer mudar de lugar por achar que "lá" está sua carreira. tome cuidado, vá com cautela... não pule, ande. e certamente sua visão clarear-se-á para as possibilidades.
bem, é isso. taí pra quem quiser ler e... Márcio, se vier com esse troço de Dotô Virtual... vá t. n. c. !!!
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Sábado, Junho 04, 2005
19:38
câmeras de segurança
Aquele casal, que já não trocavam carícias mais íntimas há algum tempo, finalmente encontraram-se. Ele foi buscá-la em casa, para darem uma voltinha.
encontro embaixo do prédio dela.
chamaram o elevador...
ninguém dentro.
entraram.
18 andar.
ele subiu lentamente.
eles não se seguraram... ela subiu o vestido e ele, rapidamente abriu os botões da calça... ali mesmo consumaram o ato, rapidinho, pra esquentar.
no dia seguinte, a mãe da garota lhe chamou no canto para lhe dizer que uma semana antes, haviam instaladas câmeras de segurança nos elevadores. a garota já meio consternada baixou a cabeça imaginando o que viria e comentou foi?. sem mais o que dizer, sua mãe emendou: a síndica esteve aqui e deixou uma cópia do que registraram ontem á tarde.... tudo rodou em sua cabeça... vergonha. as maçãs de seu rosto avermelharam-se, mãe, eu não fiz... - não fale - interrompeu a mãe - o que quero lhe dizer é que... eu lhe criei uma garota, e aghora uma bela jovem... higiene é fundamental! vc precisa se depilar mais vezes, tá parecendo vera ficher na última playboy!
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Sexta-feira, Junho 03, 2005
13:45
.
=D
e
=]
ê mundo doido, sô!
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Quinta-feira, Junho 02, 2005
11:57
Politicamente correto, eis o Darth Verde!
(clique para assistir)
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08:31
Definitivamente, Indiana Jones e a Última Cruzada, e o Código Da Vinci, são duas coisas que não combinam.
Uma delas terá que ser descartada.
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Quarta-feira, Junho 01, 2005
10:18
o dia em que a muda falou
Eduardo ainda adolescente, era tímido que fazia dó. Falava com as pessoas na rua muito raramente, até porque sempre andava de cabeça baixa, fitando os pés (quase que adorando-os!). Morava com os pais numa cidade de interior, mas nas férias daquele ano, estaria na casa de sua vó, numa cidade vizinha. Casa simples, mas grande, apenas para a velha solitária.
Na casa uma jovem muda a ajudava nos afazeres do dia a dia. Pouco mais de dezessete anos de idade, pele lisa, morena, sorriso fácil. Compreendia tudo que lhe fosse dito, mais do que isso, era capaz de tranmitir com afinco o que desejava.
Naqueles dias em que Eduardo estivera naquela casa, gozando de seu descanso, a jovem por algumas vezes o tentou. Como uma diaba enfezada no cio, sempre passava diante dele e dava um jeitinho de esfregar-lhe os glúteos contra as suas genitálias.
Sempre atordoado com aquilo, o jovem mancebo saía em povorosa para seu quarto ou terraço, para respirar melhor, pois era difícil controlar a pauduricidade visível em suas calças.
Pobre Eduardo, sempre naquela "vidinha mais ou menos": esfrega, passa, cheira, pisca, belisca, cresce, sobe, desconforto, tesão, tontura, masturbação. Até que...
...um certo dia, sua vó passara o dia fora, resolvendo coisas num cartório da cidade, coisas da herança do velho falecido. Então, como que por atração eletromagnética, a "ingênua" mudinha passou por entre a parede do corredor da casa e o rosto do rapaz. Sentiu pela primeira vez a baforada quente em sua nuca... já pressentindo o inveitável, deixou-se agarrar por trás por aquele trenstornado rapaz, agora assumindo uma forma masculina brutal, vívida, com um aptite sexual quase animal.
Segurou a garota por trás, rasgando sua blusa - deixando-a imóvel, meneando com malícia a cabeça... segurou-lhe firme nos seios quase arrancando-os... então, num só movimento, puxou-lhe a saia e calcinha para baixo. Deixando a mostra a abundãncia protubulenta de suas nádegas. Seu falo já não aguentava mais de tanto sangue que o regavva com força e rapidez... porém, ainda com resquício de sua educação, ofegante o rapaz - segurando-a firme, perguntou "aahhh... tá gostando...? me quer...? hummm...? vai responder não...? então vou parar por aqui..." - um breve momento e de imediato ouviu o romper do silêncio da jovem, por entre os dentes cerrados, presos por trás daqueles lábios carnudos pressionados contra a parede dizer "não! não pare! não pare!!!"...
E nesse dia a muda falou. E a assombrosa surpresa do rapaz foi tamanha, que ele broxou... bem na hora "H".
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