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O Cimério,
canceriano,
pop-rock-blues
regado à uísque e água.
Escritor iniciante - tentante e inquietante. Música
e cinema.
Música
Cocteau Twins - O Cocteau Twins foi formado em Grangemouth, Escócia, em 1979. Buscando um realismo abstrato no pop, inspirou-se em bandas como Simple Minds. O resultado é um competente e mais lindo som pop que se possa produzir. Confiram o Treasure (1984), um dos meu preferidos.
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Segunda-feira, Agosto 29, 2005
09:53
Sem Culpa
Ele só queria estar ao seu lado quando a notícia chegasse, porém por mais rápido que o vôo fosse, não chegaria a tempo.
chegou ainda cedo ao hotel, banhou-se e desceu para o jantar. Ela o aguardava no saguão. Ele se pôs a acompanhá-la. No táxi, o coração de ambos disparava, os olhares efêmeros buscavam incansavelmente um ponto refúgio.
Sentaram à mesa como bons casais, em frente ao outro. Suas mãos suaves, em gestos lentos se tocavam enquanto saboreavam o prato de frutos do mar. O vinho branco, os fazia queimar por dentro enquanto realçava o sabor da comida. Aperitivo.
Ela era toda euforia contida, louca por despejar seu amor e desejo naquele homem, naquele corpo...
Ele a observava em olhares furtivos, determinados a comê-la viva se preciso fosse.
Estavam juntos há um bom tempo, tempo demais até. Seu casamento parecia perfeito, e tão perfeito era que se tornava um jogo impaciente de quietude e calmaria. Precisava de emoções novamente. Ela o acolhera, ela conseguiu trazer de volta tudo o que desejava. Ela parecia perfeita para uma amante. Perfeita demais.
Ele tinha que pôr um fim nisso também.
Naquela noite, ela havia preparado uma surpresa a seu pedido. Ele pedira algo diferente do que acontecia, diferente e excitante. Ela o fez. Preparou um ménage à trois.
Inesquecível seria.
Mas ela também era ávida por emoções fortes, e o combinado era de ninguém se ver, exceto ela mesma aos dois.
No quarto, o outro homem os aguardava. Entraram: ele vendado e ela sorridente. Agora, os machos desconhecidos de si, saboreavam sem pudor a terna e branca carne daquela mulher, fazendo sexo por sexo, fluidos eram trocados, convertidos em outros fluidos... prazer, dor, prazer novamente e gozo... muito gozo...
Completamente entregues, exaustos e forças, ambos descansaram um pouco. Então, naquele momento, tomado por uma curiosidade maior que a promessa, ele levantou a venda e viu, para o seu assombro, a imagem do seu filho mais velho, sendo oralmente satisfeito por ela. "Ela" o traíra.
Fúria, desânimo, desgosto e raiva.
Matou a mulher a facadas.
Seu filho também foi vitimado, vários golpes de facas, nenhum vestígio.
Sem ter o que fazer, voltou rápido para o hotel, e pegou as malas ainda desfeitas, seguindo direto ao aeroporto.
Voltaria pra casa, para os braços de sua amada esposa; e que logo saberia do triste e trágico fim de seu filho, nos braços de uma prostituta qualquer.
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Quarta-feira, Agosto 24, 2005
13:49
música lenta internacional
Em minha fase de guri, ou melhor, quando começei a ver o mundo com olhos próprios, percebia que naqueles filmes americanos quando alguém se lembrava de alguma festa velha do seu tempo, apareciam aqueles bailinhos dos anos 50 e 60. Sempre foi assim, e me acostumei a ver os filmes desse jeito. "De Volta Para o Futuro" é um exemplo.
Porém, hoje em dia, quando vem um filme ou um videoclipe onde o personagem aparece lembrando sua festa dos velhos tempos, o que surge??? Anos 80!
Velho... agora sim começo a me sentir assim...
daqui a pouco as garotas vão olhar pra mim e dizer "tio, que horas aê?"
putz...
ainda dentro do contexto de minha pseudo-velhice, hoje durante o almoço, eu e um amigo ouvíamos emanar de um pequeno aparelho de cd, umas músicas... umas músicas que, no meu tempo, elas não tinham nome, eram conhecidas por um nome único: "música lenta internacional".
Pois é, e lá estávamos almoçando e lembrando de como era antigamente com as festinhas simples, onde o "toca disco" (na época não chamávamos DJ), colocava no máximo, dois aparelhos de som lado a lado, com passa discos e toca fitas. Ele vinha com "aquela fita especial de música lenta internacional", que fizera uma noite antes, cascavilhando seus vinis ou gravadas depois de pacientes horas diante da rádio, esperando tocar "aquela música".
E lá ficávamos nós, dentro de uma garagem, ou um terraço de alguém, ou dentro de uma associação de moradores, fazendo aqueles passinhos ridículos e parcos pra músicas internacionais, ou então, a pleno pulmões cantando - como se tivesse falando pra alguém em especial - o rock nacional quando rolava. Porém, o momento maior da festa sempre vinha, e nessa hora, era que os babaquinhas se separavam dos bonzões. A hora da música lenta: apagavam-se as luzes, e aí aquela garota vinha e colava e ficava naquela de um passinho pra cá, outro pra lá... enquanto que "wind of change" rompia os auto falantes (jurávamos que era a música lenta mais de amor que existia), e quando começava "Forever Young"? era um frisson único! hahahahahahahahahaha... poderia citar mais algumas outras músicas lentas internacionais aqui, mas nunca fui muito bom com nomes. Tinha aquela que aquele cara de de Ghost tinha gravado... "she's like the wind" eu acho... e as de Bon Jovi?!?!?! Toto, Air Suply, e por aí iam...
mas voltando ao ponto, lembro que nessas horas, eu sempre ficava de fora, pq ninguém nunca dançava comigo, pois não era interessante... mas quando isso acontecia, e a garota começava, era possível sentir a respiração dela, as batidas do coração, e as vontades traduzidas em gestos pequenos, como um pequeno aperto contra si. putz... a noite estava ganha! e quando vinham com seus lábios em direção aos meus... bem, aí o babaca aqui entrava em ação, pois era muito acanhado pra essas coisas, então disfarçava e saía de fininho (ps: meu primeiro beijo oficial só aconteceu com 16 aninhos de idade. Antes disso, só um "selinho" embaixo dágua).
Pois é... a assim, meu almoço de hoje transcorreu saudosamente, furtando minha atenção e me fazendo sentir mais vivo, e com mais responsabilidades.
E um fato cômico, foi que, ao terminarmos nossas lembranças, eu e meu amigo falamos quase que simultaneamente: "hoje em dia, os jovens não sabem se divertir... bom era naquele tempo"
o que tem de engraçado nisso?
é que meus pais sempre diziam a mesma coisa, bem como minha avó... hahahahahahahahahaha
Bom fim de semana, estarei ausente por um breve tempo.
Cudem-se e cuidem dos seus.
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Terça-feira, Agosto 23, 2005
17:05
Quem nasce em...?
Quem nasce em PE ... pernambucano
Salvador ...................... soteropolitano
Brasil ............................brasileiro
Equador ...................... equatoriano
Suriname .................... surinamês
Tanzânia ..................... tanzaniano
Três Corações ............ tricordiano
Jerusalém................... hierosolimitano
E quem nasce na porra da Kuala Lumpur????????
*este post foi copiado na cara-dura do Florcita. Exceto pelo final...rsrsrsrsrsrs
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09:04
pra quê um dueto, se um trio já faz de tudo?
Essa semana no Top Top o assunto foi duetos.
Eh... aqueles duetos históricos e tal...
mas o que conta foi o 1º lugar: Run DMC + Aerosmith - isso por causa de Walk This Way.
e quem não lembra daquele clipe? daquela música?
na época, um marco... tanto que, outros logo começaram a imitar o estilo "rap/rock"
pois bem...
mas esse post é somente para lembrar que, quem seguiu o estilo, o seguiu à risca: um rapper + banda de rock, e só assim funciona.
porém, para quem não tá ligado, esses duetos existem e se desfazem, mas existe um trio que não se desfaz e faz um som desse tipo perfeito, os Beastie Boys
um bom exemplo disso é "No Sleep till Brooklin", ouçam.
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Segunda-feira, Agosto 22, 2005
15:17
Depois de Horas
Depois de largar do trabalho, nada melhor do que encontro um casual, não acha?
errado!
Após marcar um encontro com uma
garota que mal conhece em um bairro boêmio de Nova York, uma série de
imprevistos transformam sua noite em um verdadeiro inferno.
Dirigido por Martin Scorsese e com Rosanna Arquette e Linda Fiorentino no
elenco.
*livremente inspirado no Verdades Inéditas, sem restrições ou cortes no orçamento.
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Sexta-feira, Agosto 19, 2005
14:26
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00:24
Além de assaltantes, sequestradores, economistas e políticos em geral, existe uma outra espécie de gente perigosíssima: os carentes afetivos (de todos os sexos). Em estado terminal, eles são "apavorantes, ameaçadores, pesadelos vivos em busca de vítimas". Essas pessoas vivem um inferno que eu chamo de círculo vicioso da carência. Vivem sozinhas, tristes e depressivas. Quando arranjam alguém, grudam, sufocam, chantageiam, na vã tentativa de preencher sua carência, até que o outro não aguenta e cai fora. Aí o carente fica mais carente ainda, mais triste, mais depressivo, mais sozinho, até que outra vítima caia em sua armadilha.
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Quinta-feira, Agosto 18, 2005
08:59
Quarta-feira, Agosto 17, 2005
16:38
Terça-feira, Agosto 16, 2005
11:28
etapas, uma noite
dois goles
uma conversa
um trago
outro gole
metal no som
goles e tragos alternados
sala escura
chuva lá fora
som de chuva
distorções melódicas despejadas do som
pensamentos
uma mensagem
um mergulho no chão
dor
raiva
choro
alívio.
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Segunda-feira, Agosto 15, 2005
09:36
melhor calar, do que ficar quieto
"Tudo que começa um dia acaba... eu tenho pena de vocês..."
Se começa, algo termina, prediz o dito popular. Penso nisso, muito, em tudo o que faço. Um dia eu termino, acabo, encerro, deixo de existir.
Prédios, doces, casamentos, farras, vida.
"this is the end... my only friend, the end..."
Um casal começa, e um dia separar-se-ão. Então, enquanto estiverem juntos, não será melhor aproveitar com coisas boas? ao invés de ficar brigando por bobagens? ou simplesmente desperdiçar o precioso finito tempo com crises de ciúmes, histeria, "encuquetação" gratuita, ao invés de praticarem coisas construtivas e únicas para aquela relação?
Pois bem, isso vale para qualquer coisa que um dia comece.
Como essa semana por exemplo.
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Sexta-feira, Agosto 12, 2005
13:35
a incansável arte da busca por um amor
boa sexta à todos, e um ótimo fim de semana
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Quinta-feira, Agosto 11, 2005
09:56
Top 5 - Coisas Deprimentes:
- ver um vigia, já em idade avançada, tomando conta de um prédio feio e mal cuidado - no lado feio do centro da cidade, sentado à frente de uma tv minúscula preto e branco, com um cigarro amafanhado no bico e estático. Quase não se percebia sequer sua respiração, ou vida através daqueles olhos fundos e sem esperança.
- andar pelas ruas da cidade às 5, 6 ou 7 horas da manhã, e ver todos isndo ao trabalho, enquanto que outros apenas estão acordando enxotados de frente a alguma loja. O sono interrompido no "confortável" papelão.
- ver um cara todo tatuado, com um corte de cabelo tipo surfistinha, vendendo chocolate no ônibus. O problema aí é que esse mesmo "cara" há uns anos atrás, começara sua jornada vendendo chocolate no mesmo ônibus (eu ainda fazia escola técnica) - na época ele sempre sorridente dizia que era um bico pra ajudar em casa, pois estava muito bem nos estudos. Contava piadinhas, era atencioso e não havia stress que o atingisse, aliás nem essa palavra existia naquele tempo. Um tempo depois, após sair da escola, peguei o mesmo ônibus e lá estava ela, só que dessa vez, evangélico: vestido calça apertada de tecido, chinelas havaianas e camisa justa de botão; já sem tanto sorriso no rosto e distribuindo papeizinhos com mensagens bíblicas. Hoje, o vendo naquele estado: tatuado, com o cabelo ribitado, mascando chiclete e já quase sem nenhum dente na boca, percebo o quanto o tempo pode ser cruel.
- ouvir uma música (nesse caso, "Every me, Every You" - Placebo), e chorar silenciosamente, recordando de fatos passados, bons e ruins, todos ao mesmo tempo.
- olhar à sua volta e ver que o tempo passou e você não se preparou direito para onde está hoje. Isso acumulando o fato de olhar mais atentamente e ver que tudo que se mostra hoje, é descartável, e você não conseguir se ver daqui a 5 anos.
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Quarta-feira, Agosto 10, 2005
09:15
não é um post sobre o Batman - mas pode ser sobre o "human bat"
Imagine um personagem envolvido com crimes e que sempre aparece à noite vestido de morcego.
Em determinadas situações, anuncia a sua presença usando um sinal luminoso, onde se vê um símbolo do mesmo animal. Provavelmente você deve estar pensando em Batman, criação de Bob Kane em 1939.Mas não é a ele que estamos nos referindo.
Uma década antes, houve um personagem do cinema mudo, chamado O Morcego ("The bat") que tinha essas mesmas características.
E dizem que o ainda criança Kane ficou impressionado quando viu o filme, o que acabou por influenciá-lo na criação do seu herói. Para nós pernambucanos que assistirmos à película hoje em dia, a máscara do personagem do título vai lembrar a figura lendária do papa-figo ou mesmo a fantasia da la Ursa - folguedo do nosso carnaval. Lindo isso não?
Mas tem mais:
"O Morcego" é um competente filme de mistério e foi a segunda adaptação da peça teatral de mesmo nome para o cinema mudo. O personagem-título é na verdade um bandido, e pouco aparece nesta trama policial pontuada por cenas de humor.
A história é em sua maior parte ambientada numa misteriosa mansão cheia de passagens secretas, pertencente a um banqueiro que se encontra desaparecido. Uma alta quantia de seu banco também sumiu e pode estar na casa, onde agora mora uma senhora, sua sobrinha e uma assustada empregada. E é para lá que todos vão, dos homens da lei ao terrível vilão fantasiado. Três fatores fazem com que este filme seja muito acima da média (levando-se em conta, claro, as limitações que a sétima arte possuía na década de 20): O elenco sensacional, formado por atores hoje praticamente esquecidos; a excelente cenografia e o roteiro intrincado (para a época: 1926) e de desenvolvimento surpreendente.
Um dos fatores envolventes do filme é que as personagens passam boa parte do filme presas numa mansão "assombrada" pelo Morcego, que pode ou não, ser também um de seus ocupantes. O que proporciona um estranho dinamismo à película.
Esta relíquia, encontra-se disponível em vídeo no Brasil e - com alguma sorte - pode ser encontrado em locadoras especializadas. Aqui em Recife, pode-se tentar na SMS ou alguma outra do gênero.
Ficha técnica:
Direção: Roland West
Roteiro: Avery Hopwood, Julien Josephson,
baseado na peça de Mary Rinehart
Gênero: Mistério
Elenco:
Jack Pickford - Brooks Bailey
Louise Fazenda - Lizzie Allen
Eddie Gribbon - Detetive Anderson
George Beranger - Gideon Bell
Charles Herzinger - Homem com a máscara negra
Emily Fitzroy - Miss Cornelia Van Gorder
Robert McKim - Dr. Wells
Arthur Housman - Richard Fleming
Tempo de duração: 86 minutos
País: E.U.A.
Observação: Filme mudo e preto e branco
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Terça-feira, Agosto 09, 2005
10:47
a maldição do álbum branco
Existe nas entrelinhas do estrelato, uma certa pausa para um álbum branco. Toda banda, ou cantor(a) sempre lança um álbum de cor predominantemente branca (exceto aquelas bandas "mão de fogo"). E pra mim, é o marco da derrocada artística.
Ok, eu sei que o álbum branco dos Beatles é um dos melhores da banda, se não for o melhor... mas isso não posso afirmar, pois nunca o ouvi direito. Também tem o Revolver, que é muito bom, e eu já ouvi. Mas Beatles é Beatles... eu não pago pau pros caras, mas admito que eles sabiam fazer as coisas.
Mas voltando ao contexto, existem, por exemplo, dios álbuns brancos que declinaram com seus autores:
Toda Cura Para Todo Mal - Pato Fu.
Ok, eu sei que a banda já não vinha na melhor forma, mas esse é horrível! Até o Tem Mas Acabou é melhor!
Saiba - Arnaldo Antunes.
Esse já foi descendo ladeira abaixo. Na minha opinião, a coisa começou a decilnar quando ele se juntou com aquele povo, em "Tribalistas"... (nada contra MM, mas deveria ser cada um por si).
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Segunda-feira, Agosto 08, 2005
15:50
dentro/fora
Exclusivo
Exclusividade
Excludente
Excluir
adj. 1. Que exclui; que tem força ou direito para excluir. 2. Incompatível com outra coisa. 3. Especial, privativo, restrito.
Existem coisas exclusivas para as pessoas, mas a exclusividade é de exclusão?
Enquanto que para uns, ser exclusivo é ser especial, privado, para fora dele, signica apenas "manter afastado".
Quer coisa mais exclusiva do que a cultura orientada? (cinema, teatro, show, palestra... quem tem $$$ vai, que não tem, é excluído porque é exclusivo)
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Sábado, Agosto 06, 2005
21:29
Eu não aguento mais ouvir falar e falar em CPI's. Pra mim é tudo furada. Maneira ordinária de disseminar campanhas eleitorais ocultas. Todos os deputados, ou quem quer que seja que pegue naquele maldito microfone é pra dizer que "ele" não faz isso por causa de tal coisa, ou porque seu partido é a favor da moral e quer justiça.
blá blá blá...
Bando de ladrão! ladrão ladrããããoooo...
Eu voto em Lula novamente.
Acho que a única coisa que prestou ser ouvida nisso tudo, foi que nosso presidente andou em más companhias... pra mim é como se ele tivesse que ter feito tudo isso pra poder ter o apoio destes que hoje, o apunhalam.
e tenho dito.
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