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Quarta-feira, Maio 31, 2006

cultura descartável - mas que ajudam em algumas coisas (parte 2)


-Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente. O
chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa.

Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de
idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram
os últimos a tomar banho.
Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era
possível "perder" um bebê lá dentro.
É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with
the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a
água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos.

Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os
sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e
Besouros se aquecerem.
Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão.
Assim, a nossa expressão "está chovendo canivete" tem O seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (está chovendo gatos e cachorros).

Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de
alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse
Envenenada.
Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os
tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito Tempo, venenosos.

Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa
combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de
Narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de
estanho). Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse
morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então
colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em
volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto
acordava ou não.
Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.

A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se
enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos
retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver.
As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas
tampas, Do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade,
tinha sido enterrado vivo.

Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso
do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino.
Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns
dias. Se o indivíduo acordasse, o movimento de seu braço faria o sino
tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão usada por nós até os dias de hoje.

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Terça-feira, Maio 30, 2006

nova mistura -
utilidade pública


E assim vamos convivendo com os contrastes impostos por nós mesmos nesse mundo findo. Enquanto o parque de diversões funciona a plenos motores com os brinquedos mais sensacionáis inventados pela mídia, como a menina que matou os pais e vai-e-volta pra casa/cadeia, as propostas políticas para solucionar os problemas de segurança pública onda, na prática só bastaria tirar que tem a grana e o falso poder do poder, como numa montanha russa, e tem também o parque dos horrores... bem, esse é o maior brinquedo que há, pq nele vc pode vagar por várias áreas: brincar de fugir de vulcão e de terremotos enquanto a hopocrisia asiática se nega a judar seu povo esperando apenas uma ajuda externa, tem a área das matanças... bem essa aí pode ser em qq país do Oriente Médio (que tem esse nome pq imagine só se fosse Grande?!?!?!) e por aí vai...
Não vou me estender nesse assunto por muito tempo senão vai o post todo né? Então pra discontrair um pouco, que tal misturar coisas boas num coquetel só? Vejam só que maravilha: mas antes, TIREM AS CRIANÇAS DA SALA!!!!

E não é que cientistas japoneses garantem que espremer um pouco de sumo de limão dentro da vagina antes do sexo pode matar os espermatozóides, tornando-se um contraceptivo barato e simples?. Assim, como somos brasileiros, juntando o útil ao agradável, adicione um pouco de açúcar, gelo e pinga na hora da relação sexual e, usando o pênis como socador, pode-se ter um novo tipo de caipirinha: a caipixota (ou caipiceta).
Os mais refinados dão-lhe nome de caipigina e se utilizam de canudinho.
Beba...
Chupe...
Coma...
Sei lá,
Mas, sempre com moderação!!! Aliás, neste caso, sexo oral não combina com direção:

SE CHUPAR NÃO DIRIJA...
SE FOR DIRIGIR - NÃO CHUPE!!!



e é isso aí, vamos fazendo cagadas que é para adubar a vida! Boa Terça a todos.

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Segunda-feira, Maio 29, 2006

cultura descartável - mas que ajudam em algumas coisas


Você sabia?

Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso
palácio não tem banheiros.

-Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes,
muito menos papel higiênico.

-As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.

-Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para
1.500 pessoas, sem a mínima higiene.

-Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está
no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram
propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não
havia higiene).

-Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador.

-Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que
o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.

-Quem já esteve em Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que,
na época, não eram só contemplados, mas "usados" como vaso sanitário
nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro.

-Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para
eles, o início do verão).

-A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em
junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns
odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores,
junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro.
Daí termos "maio" como o "mês das noivas" e a explicação da origem do buquê de noiva.

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Quinta-feira, Maio 25, 2006

anão pode estuprar quando e quem quiser na Austrália


Era só o que me faltava... não há um enquadramento judicial para estes casos nestas condições!


Agressor sexual é liberado por ser muito pequeno

Um australiano de 1,54 m de altura, que foi condenado por agredir sexualmente uma criança, recebeu 10 anos de condicional por ser muito pequeno para sobreviver na prisão. A juíza achou que o crime merecia uma longa pena, mas achou que Richard W. Thompson, 50 anos, seria muito frágil para a vida na cadeia.
"Você é um criminoso sexual e fez isso com uma criança", disse a juíza Kristine Cecava. "Mas isso não lhe faz um predador, você não se encaixa nesta categoria", completou.
Thompson será monitorado eletronicamente pelos primeiros quatro meses de sua condicional e foi proibido de estar em um mesmo ambiente sozinho com alguém menor de 18 ou namorar com uma mulher com crianças menores. O homem também teve que se livrar de toda sua pornografia.
"Eu quero controlar você até que tenha certeza de que ocorreu uma mudança em sua vida", disse a juíza a Thompshon. "Eu tenho esperança de que minha aposta em você não esteja errada."


fonte: Terra Notícias

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Quarta-feira, Maio 24, 2006

Kent. Queeeeeem?


É estranho. Muito estranho esse tal mundo virtual. Por exemplo: quem lê isso aqui sabe de uma banda que eu gosto muito, o Kent. Ok. Os caras são suecos e fazem um som diferenciado em forma de conjunto. Ok novamente.
Eu baixei músicas via soulseek, kazaa e outros. Clipes Idem.
Ok.
Mas na prática, o Kent realmente existe? Eu particularmente nunca ouvi nada a respeito. Eles têm uma página é verdade, mas... é muito surreal isso tudo.
Eu vivo dizendo que no dia em que eu pegar numa grana violenta, vou lá na Suécia ver um show dos caras, o porém é que nem sei por onde começar.
Na MTV mesmo, nunca que nunca ouvi nada a respeito dos caras. Nem mesmo Luisa do Ya!Dog falou nada a respeito, e olhe que ela fala sueco.
Ou seja, eu curto um som no qual não faço a mínima idéia se existe mesmo!
Hoje mesmo to mandando um e-mail pro Ya! Dog questionando isso, será que vai adiantar?

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Segunda-feira, Maio 22, 2006

The Da Vinci Treasure



A adaptação do livro O código Da Vinci gerou expectativas entre os leitores, desde quando foi anunciada sua adaptação às telas do cinema mas também alimentou a ganância de outros produtores, que viram na trama de Dan Brown, que mistura assassinato e segredos guardados em obras de arte (um quebra-cabeça inteligente e ramificado), uma boa fórmula para fazer dinheiro. Pelo menos dois outros filmes inspirados na receita de sucesso do livro de Brown já estão em lançamento, e isso com uma pequena mas justa participação nos lucros de Ron/Dan.

Stealing the Mona Lisa, de Fabrizio Costa, e The Da Vinci Treasure, de Peter Mervis, usam o La Gioconda, de Da Vinci. O primeiro é aventura protagonizada por atores italianos desconhecidos do público estrangeiro. O segundo é um thriller protagonizado por C. Thomas Howell (vocês o viram em E.T.) e Lance Henriksen, da série Millenium.

E quando se pensava que tudo já tinha virado "fava", eis que surge outro projeto que promete incomodar a já apedrejada Igreja Católica: Teresa, the body of Christ, do espanhol Ray Loriga. O material de promocional mostra um Jesus em chagas, deitado, osbservado pelos olhos sofridos de uma mulher usando um manto vermelho, em composição arrematada por uma provocante frase: Uma mulher excepcional só pode se apaixonar por um homem excepcional.

E então fica a pergunta: "o mundo ainda aguenta mais estórias que contestam absurdos em série?"

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Sexta-feira, Maio 19, 2006

sobre O Código Da Vinci - o filme


tenho duas colocações:

eu teria colocado Julie Delpy como Sophie Neveau, ao ínvés de Audrey Tautou (já é a segunda vez que a cito hoje por aqui);

e como eu ainda não vi o filme, e já ví críticas ruins demais e algumas defensivas, então me coloco a dizer que, para quem for ver e se deparar com algum movimento religioso na entrada do cinema, relata aqui pra nós rir um pouquinho, beleza?

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da série: grandes duelos!


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bonecas e albergue


Tava com saudade deles?




Pois bem, se vc é recifence ou mora nos arredores, se liga que tem sessão de Bonecas Russas no Cine Boa Bicha (quer dizer, Boa Vista), hoje às 21h e amanhã às 11h.
Cinema da Fundação 20h15 (sex, sáb, qua e qui). 17h50 (dom)
Multiplex Boa Vista 21h (sex) | 11h (sáb).
UCI Ribeiro Recife 19h (seg a qui)







Cinco anos depois que amizades foram feitas e amores desmanchados num apartamento de Barcelona, os amigos europeus se reúnem na França, Inglaterra e Rússia. Nesta nova crônica sobre uma Europa multi-cultural e fragmentada, os jovens assumem responsabilidades cada vez maiores.
Agora com trinta e poucos anos, Xavier (Romain Duris) trabalha como escritor de telenovelas e jornalista free-lancer, mas sonha poder ser livre para escrever suas próprias histórias. Ele continua em contato com sua ex-namorada Martine (Audrey Tautou), agora mãe solteira. Dividido entre Wendy (Kelly Reilly), a amiga britânica, e uma modelo, Xavier conta com a ajuda de Isabelle (Cécile de France), sua amiga lésbica, para encontrar o verdadeiro amor.






e aí, vai encarar?




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falta planejamento


e isso é algo que o homem não sabe fazer. Vejam só o meu Recife todo castigado e inundado. A chuva não tem nada a ver com isso.
Parando quieto num canto qualquer, fiquei imaginando como seria toda essa área antes de tudo, antes da invasão humana. Como eram essas áreas selvagem antes da barbárie das construções civis?
Vendo tudo debaixo d'água, certifico que não houve um planejamento correto, nem aqui nem em lugar algum do mundo. Somente o Criador soube o que fazia, e nós, reles mortais não sabemos o que destruímos. Pior, a nós mesmos.

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Quarta-feira, Maio 17, 2006

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Terça-feira, Maio 16, 2006

"glossário"


Sei que sou um poeta incompreendido por as vezes escrever coisas que pareçam incompreensíveis. Claro, todo universo próprio gira em torno de nós mesmo, e para aqueles que estão de fora, fica complicado assimilar o acontecente.
Muitas vezes escrevo por escrever, e essas vezes são as mais produtivas. São momentos em que o coração fala sozinho, mandando o comando certo para as teclas certas no teclado.
Sei também que não sou bem visto por muitas das coisas que relato ou crio, sei que as vezes pensam que é qlgo particular de outro alguém, o que aqui reporto. Já me defendi muitas vezes, já justifiquei também, mas esse tempo já era. A constituição me dá esse direito de escrever, de ser livre em propostas escriturarias de um atroz pensamento.
Não, não se deve magoar as pessoas, nem com gestos, nem com palavras, e isso eu procuro evitar, como um bom samaritano.
Desde então já venho me desculpar com todos aqueles que machuquei por dentro, não foi por querer, é que as vezes a força do ato irrompe algumas coisas fora da intenção.
Por esta feita, peço a todos que entendam que este espaço não passa apenas de um mural despretensioso e relator de minha imaginação, e que as verdades escritas aqui são tão reais quanto o imaginário pode ser. Sendo assim, peço que por favor, as pessoas que se sentirem atingidas por minhas varas escritas que deixem de defecar em minha vida privada e pública, ora aqui antes existentes neste espaço.


Fui claro?!

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Segunda-feira, Maio 15, 2006

Quanto à violência em São Paulo, sobre a rebeldia e ousadia dos bandidos, tenho poucas palavras a dizer, pois sempre pensei que palavras não adiantam nesses casos.
Diplomacia é bom, mas apenas com pessoas civilizadas. Para criminosos como estes em ação, eu quero apenas a cabeça de cada um, na minha mesa pra poder catalogar e expor depois pra quem quisesse ver.
Antigamente os "macacos" como eram chamados os policiais que caçavam os cangaceiros, simplesmente tinham essa política: a da bala.
E digo mais, depois que inventaram esse negócio de direitos humanos, nunca mais um cidadão de bem, teve paz.

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Sexta-feira, Maio 12, 2006


eita porra!
agora vai !

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Quinta-feira, Maio 11, 2006

Não me recordo de já ter postado isso aqui, mas aí vai assim mesmo. Encontrei vasculhando meus arquivos.





Ao som de Bianca (Kent), escrevo neste humilde blog, como foi o meu dia de hoje:

Logo pela manhã, acordei com um doce chamado, que me despertou sem enfados para o dia que acabara de começar. Aos poucos fui colocando a "capa" de homem simples e trabalhador. Assisti a algumas competições das olimpíadas e lá fui eu ao trabalho. Ônibus cheio, eu em pé mas nada de mais, afinal, ao meu ouvido, a doce voz que me acordara fazia dueto com Bianca.
Chegando enfim, me adiantei em fazer algumas coisas. Bom dia pra lá é pra cá. Pessoas que passavam sorrindo por mim... Que bom, um dia feliz.

Não distante dali, uma massa de ar frio formava-se ao norte, vindo em direção à cidade. Dentro dela, uma enorme nave alienígena se disfarçava para nos surpreender. As nuvens negras logo cobriram o céu, e de um belo dia de sol, para um dia escuro e sombrio foi um pulo.
Enquanto saboreava meu cafezinho no trabalho, percebi tal ação furtiva. Foi então que da base de comando, meu comunicador tocou, era Chuck informando da urgência da situação: pequenas naves alienígenas estavam se desprendendo de uma maior, dentro daquela nuvem. Todas tomariam a cidade de assalto!
Neste momento, corri à janela, e com minha visão infravermelha, percebi o fato. Pasmei com a ousadia daqueles seres... Tinha que fazer algo.
Corri ao banheiro para colocar minha Roupa Atômica de Herói Disfarçado. Porém, lá, percebi que a cabine (que são duas apenas) estava ocupada, na outra não tinha ninguém, mas tava entupida de merda até o gogó, e nenhum herói salvador do mundo, merece se trocar num lugar como este. Então esperei pacientemente.
A catinga da cabine começou a subir, o cara lá de dentro começou a gemer... blahg! Algo de muito podre saiu de dentro dele. Deu para ouvir aquele objeto bater contra a água do vaso... eeecccccccccccccccccaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Broxei. O tesão de combater o mal sumiu... o que eu mais queria naquele momento era poder sair o mais rápido dali. Mas não podia, estava com a roupa na mão, foi quando ouvi passos que se aproximavam da porta de entrada. Com meu super golpe ligeirinho, entrei na cabine suja, equilibrando-me sobre aquele vaso imundo!
Silêncio.
Outro gemido do lado e... "caploft!" Outro torpedo na água....

Do lado de fora, um dos alienígenas veio à minha procura, por saber que eu seria uma pedra no sapato dele (se ele usasse um, claro). Foi então que ouvi pela janela do banheiro aquele salto do bicho. O segundo cara que tava mijando, cagou-se de medo e desmaiou. O Alien pisou forte no chão... cheirando... procurando... E então, num ato de impaciência, arrombou a porta da cabine... mas não a minha, e sim a do vizinho... que também assustou-se com aquele ser e deu uma guinada pra trás, arrebentando o vaso, destroçando e arremessando tudo para o ar!
Afogado em merda, o Alien regrediu e saiu janela afora. Eu ali, quietinho, pude apenas ver agonia daquele ser, enquanto tentava fugir da horripilante substancia a que tinha sido submetido.

Algumas horas depois, voltei ao serviço, tranqüilo e calmo, em saber que a invasão havia sido suspensa, e que tinha, de certa forma, afugentado os predadores pra longe daqui.
Eita diazinho bom!

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Quarta-feira, Maio 10, 2006

Notícias que irão mudar a trajetória do planeta e o destino da humanidade



Britney Spears confirma segunda gravidez
Médico manda Garotinho acabar com greve de fome
Vocalista do Franz Ferdinand lançará livro de gastronomia (ainda sobre isso, já repararam que o baterista Paul Thomson é a cara do Jim Carrey?)

Mais:

O pugilista Mike Tyson quer trocar os ringues pelos palcos. Ele planeja gravar com a grupo irlandês Westlife e até entrou em contato com o empresário dos artistas para acelerar a parceria.
Tyson admite não ser um Pavarotti, mas ainda assim acha que não fará feio nos microfones. Além de propor a participação em uma faixa, o esportista se candidatou oficialmente ao lugar de Brian McFadden, integrante que deixou o Westlife.
Segundo o também pugilista Joe Egan, que é amigo de Tyson, o ex-campeão quer entrar para o grupo adolescente porque é apaixonado pela música do Westlife. "Ele ficaria feliz em participar de uma música, mas poderia substituir o Brian", confirmou Egan.
O sonho do peso-pesado pode não estar tão distante. Um porta-voz da banda, após tomar conhecimento da história, declarou: "Isso soa interessante. Toda o grupo é fã do Tyson."


Agora me respondam: pode isso?! isso tá certo?! vôte!

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Sábado, Maio 06, 2006

agora vou dar duas rapidinhas:


E mesmo o mundo do jeito que tá, tendo gente querendo descer pq a coisa tá braba por aqui, ainda tem quem queira ficar de qualquer maneira, nem que seja por milagre.
Como foi isso?

Assim ó:

Bebê chora no momento em que seria enterrado
Um bebê, que os médicos haviam declarado morto ao nascer, começou a chorar um pouco antes de ser enterrado. Os médicos do hospital Safdarjung, da capital Nova Délhi, na Índia, que tem excelente reputação, haviam informado ao pai da criança, Rakesh Babbar, que sua mulher havia dado à luz um bebê morto.
"Rakesh levou o bebê ao cemitério, mas no momento em que retirava o pano que cobria o rosto, como pedem os rituais tradicionais, o bebê começou a chorar", disse o tio da criança, Ashok Kumar.

"A família está muito feliz", afirmou, acrescentando que os pais do bebê pretendem apresentar uma ação contra o hospital.


Fonte: Terra Notícias


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E tem gente que duvida da natureza humana. Por mais estranho que possa parecer uma tatuagem, e mais, um monte delas, nunca deixamos de ser quem somos... essa é a conclusão que eu tiro, depois de ver esta notícia: VJ na revista VIP

Então fica a afirmação:
isso entre as tatuagens é a marca tatuada naturalmente da mulher.

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Sexta-feira, Maio 05, 2006

Dor - concordância ativa imprópria de um ser


A dor me consome aos poucos.
Não me importo muito com ela, mas é fato: ela existe.
Dói o peito, numa convulsão mista de dores no estômago e noites mal dormidas.
Dói a cabeça todos os dias ao acordar.
Dói a garganta, o pescoço... os olhos.
Dói o bolso, dói a lucidez, dói minha consistência.
Dói... mas um dia pára, tenho certeza.
Tenho apoios e remédios para curar essas dores,
tenho as doses certas e seus momentos,
e também tenho os enxacocos de minhas instruções às corretas aplicações.
Dói o armado de minha epopéia,
como se os atos, as lembranças ferissem cada instante antes vivido.
Dói... mas eu sei que passa.
Eu a vejo e a sinto,
esta é minha abastada dor, que impele minha desventura,
meus atos em agir contra, em tornar-me um ser sem dor.

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Terça-feira, Maio 02, 2006

Pois é... aquele velho ditado mais que certo que diz "para morrer, basta estar vivo", está sempre presente e nós nem damos a mínima.

O Fato:
Um mendigo que perambulava por essas redondezas de onde trabalho, morreu hoje. Assim... ele deitou e morreu. Pode ter sido de fome, de cachaça, de doença... mas nunca saberemos.
Ele ficava ali debaixo da árvore para se proteger do sol ou dachuva, deitava no chão e repousava a cabeça no meio-fio que limita a grama do jardim. Vez por outra ficava ao lado de uma banca de revista que fica aqui ao lado. Sempre tinha um pé inchado, rodeado com tiras de roupas. Ele sempre usava muitas roupas, não sei pq. Era calado, no máximo espichava a mão pra pedir algo. Ele era jovem. Talvez minha idade ou menos.
Ao seu lado, tinha a velha bolsa de trapos, cheia de restos de coisas, e uma latinha de cana.

A Ocorrência:
Foi assim, do nada. simplesmente deitou e por lá ficou. As pessoas ao redor nem se importavam, era comum ele deitar. Mas quando vi daqui de minha janela, percebi o detalhe: ele não estava repousando sua cabeça no meio-fio como de costume.
Desci para almoçar e quando passei pela frente, já haviam algumas pessoas e um policial olhando de perto.
Na volta, o carro da Polícia Científica já estava aqui. Fizeram suas anotações, pegaram o corpo, colocaram no saco branco (sim branco, pq não havia sangue. tipo "morte limpa") e o levaram embora.

O Pós:
É incrível, mas é como se ele nunca tivesse existido. Olho pela janela agora e lá estão os estudantes sentados no chão, no local onde ele morreu. Tem até um gurí com um violão tocando ali. Mais um pouco e algum casalzinho começa os agarrões afetivos.


Sabe, eu não tenho medo da morte, temo apenas pela metodologia que será aplicada em mim.
Eu sempre fui muito frouxo pra essas coisas.

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